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Greve dos professores

Todo mundo descontente, todos reclamando o tempo todo: professores, gestores, funcionários das escolas públicas de São Paulo.
Como reivindicar melhores condições de trabalho, remuneração e reconhecimento?
Em conversas na sala dos professores, tomando café?
Ficando doentes e tirando ou não licença médica?
Calando-nos e aceitando tudo que nos é imposto diariamente?

Houve uma manifestação na última sexta-feira, onde muitos professores decidiram pela greve como forma de tornar públicas nossas dificuldades e mobilizar o governo e a população.

No entanto, o que vemos?
Metade ou menos dos professores aderiram a greve.
Onde está a união da classe? De que outra forma temos que nos fazer ouvir?
Falta coragem? Temos medo de perder alguns dias de nosso já parco salário e nos afundarmos ainda mais nas contas e dívidas?
É lamentável a situação da educação em nosso estado, em nosso país.
É lamentável também esta divisão, esta quebra dentro da própria classe ...

É mais uma vez o MEDO, a COAÇÃO, o individualismo falando mais alto.

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BONECO ECOLOGICO

PARA montar um boneco ecológico voce vai precisar:
de uma meia fina, com pé
terra
alpiste
papel para fazer os olhos, narizinho e boca, ou olhos de plástico comprados na papelaria
uma garrafa pet


Corte a garrafa pet para fazer o suporte
Pegue a meia fina e corte mais ou  menos 15 cm
Coloque alpiste no fundo da meia, mais ou menos uma tampinha de garrafa pet
Encha com a terra.
Amarre e corte a meia
Cole os olhos e faça a carinha do boneco  a gosto
Molhe  o fundo da meia
Vire e coloque na garrafa pet cortada
Regue sempre que estiver seco, dia sim dia não, normalmente
Espere o alpiste "cabelinhho " crescer e pronto!!!
É uma ótima atividade para fazer com as crianças na escola ou em casa, e acompanhar a germinação das sementes de forma criativa e lúdica, saindo um pouco do feijão no algodão.




OS MAIAS

De Eça de Queirós

Lido em mês de férias na praia, livro denso, com crítica a vida na sociedade de Lisboa em 1880, a Igreja Católica .
Trata da burguesia de Lisboa, dos costumes dos jovens ricos que nada faziam além de divertir-se e falar da vida alheia, comer e beber na casa de amigos, frequentar saraus e casas de jogos, vez por outra ter um romance extra conjugal.

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